Em uma recente entrevista para o escritor de poker Michael Kaplan, o maior vencedor de braceletes da WSOP em todos os tempos, Phil Hellmuth, mais uma vez mostrou que humildade não é o seu forte.
Desde que ganhou seu último dos 11 braceletes conquistados, em 2007, Hellmuth nõ obteve nenhum outro resultado expressivo, pelo menos para seus padrões. Porém, mesmo assim, movido pelo seu reconhecidamente gigantesco ego, ele continua declarando como o maior jogador de poker do planeta.
Perguntado se ele se considera realmente melhor do que Doyle Brunson, Tom Dwan, Phil Ivey e Patrik Antonius ele respondeu: "no Holdem? Sim- tanto em torneios quanto em cash games. Não venho praticando muito ultimamente mas tenho certeza que, se eu me sentasse com eles para jogar pelo menos uma vez por mês, eu ganharia de todos. talvez eles me vencessem nos dois ou três primeiros dias".
Kaplan, em tom de desafio perguntou: "por que então você não vai para os cash games high stakes e faz isso?" e Hellmuth respondeu: "Por que deveria? Lá eu não tenho nada a ganhar, além de dinheiro. Ser o maior jogador de Holdem é ganhar 11 braceletes da WSOP. Além disso, eu bati todos os maiores jogadores nos anos 90. Eu jogava como um louco naquela época e por isso não tenho vontade de participar desses jogos de high stakes atualmente".

Hellmuth no Main Event da WSOP 2009, travestido de Júlio César.
Apesar de Hellmuth continuar afirmando sua superioridade, se basendo sempre no número de braceletes conquistados, muitos discordam do fato de que ele seja o melhor jogar de Holdem do mundo atualmente, afirmando que ele não tenha acompanhado a evolução do jogo nos últimos três anos.
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